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IntroduçãoEdit

Este é mais um episódio feito pela equipe que Bocquelet reuniu, para produzir os primeiros esboços de "O Incrível Mundo de Gumball". Embora seja o segundo que estou postando, não sei se ele seria necessariamente o segundo em sua ordem cronológica. De certa maneira, esse episóidio é muito especial para Paul, visto que ele escreveu o roteiro sozinho. Paul também realçou que este era o roteiro preferido dele, de todos os esboços que me confiou (justamente aquele que ele fez sem ajuda de ninguém / ele também não é muito modesto). Como o outro episódio que eu postei (The Virus), este episódio não uma obra de terror, mas não se preocupem, um dos esboços continha um roteiro mais próximo das creepypastas as quais vocês estão acostumados, e pretendo postar ele depois desse aqui. Bem, a história vocês já sabem (se não sabem, visitem essa: The Amazing World of Gumball - "The Virus".)

O EpisódioEdit

Ele começa com uma tomada da casa dos Wattersons. Pois é, este aqui se passa em Elmore, a cidade do programa. A família está sentada à mesa, provavelmente tomando café da manhã, quando Nicole pergunta se havia acontecido alguma coisa na escola, como se já soubesse que algo de errado aconteceu. Gumball, não arranjando uma desculpa que prestasse, simplesmente resolve falar a verdade para sua mãe; devido à mal comportamento, ela e Richard terão que ir até a escola conversar com a professora, o diretor e um terceiro cara qualquer não especificado por Paul.

Lá, na sala do diretor Brown, está sentado todos da família. E obviamente, também está lá o diretor, segurando um papel, e a professora de Anais (que não é a professora de Gumball e Darwin). Descobrimos também que a razão dos Wattersons estarem ali não é Gumball nem Darwin, mas sim a aparentemente dócil Anais. Acontece que a professora havia pedido para que seus alunos escrevessem uma redação sobre "liberdade de expressão". Eu sei que seria um tema incomum para se passar para alunos de 4 anos, mas vale lembrar que Anais era muito inteligente, portanto ela talvez tivesse avançado "algumas" séries. Nicole não entende o que tem de tão errado na redação de sua filha,então o diretor começa a lê-la.

  • "A gente não pode simplesmente impedir outra pessoa de falar, só porque discordamos de suas opniões. É preciso dar direito de expressão à qualquer um que se sinta na necessidade de expor as idéias que julgarem corretas". Até aí, Nicole não viu nada de errado. O diretor continuou:
  • "Dar tal liberdade envolve permitir que pessoas venham a defender abertamente qualquer tipo de causa, sem que exista nenhuma lei à ser infrigida. Idéias divergentes cria debates; dos debates se consegue o progresso. Não à toa, foi-se observado um grande avanço no mundo ocidental após a introdução do Iluminismo, primeira corrente filosófica à ir contra as constantes censuras às quais o povo era vitimado pela Igreja e pela nobreza. E a base de toda democracia vem da liberdade de expressão." Mas uma vez, não parece um texto que contenha qualquer ofensa, ou que motive Anais, e toda a família, vir a ser punida.
  • "Não se pode retirar a liberdade de expressão de ninguém, mesmo que tais pessoas defendam: a liberação sexual, a liberdade religiosa, o comunismo..." Nicole já começa à se irritar com o diretor Brown, já que tudo que Anais falou é verdade. Bem, ela exagerou um pouquinho na verdade. Assim continuava o trecho.
  • "... o nazismo, a aceitação da pedofilia como uma opção sexual normal, a eugenia racial, enfim, TODOS mercem ter direito de expressar suas idéias. Um árabe deveria ter o direito de defender o homossexualismo em seu país, um alemão deveria ter o direito de expressar sua adoração por Hitler sem que a polícia seja envolvida em qualquer momento.

Há que lembrar que, no caso do alemão, ele tem todo o direito de defender o nazismo e suas teses, mas não praticá-las, teses como a eugenia racial e uso de violência contra os negros... a não ser que ele convença a maioria (e por conseguinte, o governo) de que tais medidas deveriam ser defendidas pela lei, o que eu me posicionaria contra sem sombra de dúvida. Do mesmo jeito que eu posso demonstrar meu ódio à Hitler, ao nazismo, ao holocausto, sou obrigada a respeitar o direito dele de mostrar seu ódio à judeus, negros, homossexuais."

Ok. Assim termina a redação de Anais. Os Wattersons, inclusive Nicole, estão horrorizados pelo que ela escreveu. Brown culpa os Wattersons por terem educado ela de uma maneira tão "bárbara", e diz que é graças à eles que Anais agora defende esse tipo de coisas. Anais nega as afirmações do diretor, ela diz que sua família não teve nada a ver com o fato de ela ter defendido obscenidades na redação, ela apenas o fez por pensar por si própria.

O diretor ri, ele diz que quem "pensa por si próprio" defende o direito dos homossexuais, legalização do aborto e da maconha, nunca defenderia aquilo que Anais defendeu. Ele ameaça tirar a guarda de Nicole e Richard por Anais e seus irmãos, mas, visto que a garota é uma das melhores alunas do colégio, ele resolve dar uma segunda chance a eles. Ele fala que existe um lugar, um "centro de correção" chamado Mercy Street (não tem como não se lembrar de Peter Gabriel depois dessa) que pretendia por pessoas desajustadas na linha. Mas não era uma prisão, garante o diretor. Os Watterson, como não tem alternativa, aceitam se "alistarem lá".

Pela manhã do dia seguinte, eles pegam o carro e as coordenadas dadas pelo diretor a respeito da localização de Mercy Street. É uma construção bem estranha. Ela fica bem distante de Elmore. E mais parece uma instalação militar, à soldados andando por todo lado. Os Wattersons pensaram ter ido parar em alguma lugar errado (e dado a capacidade de Richard pra ler mapas, isso não era impossível). Porém o portão de ferro não mentia: em cima dele estava uma placa que dizia Mercy Street. Logo que entram, um soldado se aproxima do carro e mostra-lhe outro militar que irá guiá-los até dentro da instalação.

Eles seguem o guia até lá dentro, de repente eles entram em uma sala bem pequena. A porta subitamente fecha, e tudo que se ouve é um barulho de gás escapando, e é perceptível nas vozes de todos os membros da família de que eles estão ficando tontos. Desmaiam; só para depois acordarem em uma cela. Outro guarda aparece à porta, acordando não só os Wattersons mas todos os "prisioneiros" daquele corredor. Enquanto algumas pessoas pareciam compreender a situação, outras, como os Wattersons, claramente se mostram confusas quanto à o que está acontecendo. Todos são enviados até uma espécie de cafeteria, dessas bem parecidas com as das cadeias, só que não tem nenhuma janela. Apenas luzes brancas.

Há uma espécie de palanque do outro lado da sala. Todos recebem ordem para sentar, enquanto um delegação entra, trazendo consigo soldados, em particular dois que parece serem mais importantes. Eles se chama Hansen (obviamente alemão/ é um humano) e Kenneth (provavelmente Judeu, também é humano/ o resto da delegação não é humana).

Hansen e Kenneth param em cima do palco, enquanto encaram toda a multidão de pessoas ali sentadas. Hansen começa a falar:

  • "Sejam bem-vindos a Mercy Street. Esta instituição tem o único objetivo de ensinar-lhes como se portar de maneira correta na sociedade. Creio que todos aqui foram enviados para cá devido à algum comportamento "desajustado", alguns diriam, muito imoral. Isso os torna sujeitos alheios à sociedade, desprezado por esta. Mas não se preocupem, nossa única vontade é mudar essa situação, fazê-los se integrar novamente ao mundo em que viviam.Sua estadia aqui poderá ser muito boa se jogar conforme as regras. Ande na linha, e logo sairá daqui, como uma nova pessoa. Porém comportamentos de indisciplina resultarão em mais tempo perdido por vocês aqui. Estou vendo caras novas: compreendo o nervosismo que estão sofrendo. Mas garanto que este lugar não é uma prisão, é apenas uma pequena assistência que o governo e a sociedade dâo a vocês. Não quero que nos vejam como seus inimigos, ou mesmo como uma espécie de líder autoritário, ok? Bem, funciona de maneira muito simples: vamos passar pequenas tarefas e vocês devem apenas segui-las, certo? Não é muito difícil. Kenneth, por que não lhes mostra qual a primeira tarefa?"
  • "Muito bem, vocês tem à sua frente papeis brancos. Do seu lado, vocês tem materiais de arte, tintas, lápis, pincéis... tudo o que precisam fazer é um pequeno desenho, em que exponham ideais como fraternidade, respeito, amizade, etc. Podem desenhar o que quiser, estaremos passando apenas para avaliar."

Nenhum dos cinco personagens parece estar entendendo qualquer coisa ali. Eles preferem não enfrentar a autoridade dos caras com as armas. Obviamente todos estavam extremamente chateados com Anais, afinal tudo aquilo só estava acontecendo graças a ela. Mas Gumball parecia particularmente IRRITADO com ela, parece que de todos, ele é o que menos suportava a idéia de estar preso. Kenneth se aproxima para ver os desenhos que eles faziam. ele olha para o desenho de Anais, e vê um monte de gente de mãos dadas, embaixo de um desenho da Estátua da Liberdade.

A princípio, ele aprova o que vê. Mas teve o azar de querer confirmar com Anais o que ela quis representar com aquele desenho: ela conta que os personagens que davam as mãos tinham opniões bem distintas entre si. Ela desenhou um Judeu na mesma roda que um nazista, um negro e um membro do KKK; basicamente ela queria passar a idéia de que, sob a égide da liberdade, nenhuma ideologia tem tratamento especial em relação à outra. As feições de Kenneth mudaram abruptamente.

Ele disse que o desenho que ela havia feito era racista, e que isso fazia ela parecer uma defensora de qualquer ideal radical, e imoral. Anais lembra que é extremamente contra o nazismo, o KKK, e odeia qualquer um que concorde com tais opniões, ela estaria apenas defendendo a liberdade de expressão/ a mesma coisa que fez na maldita redação. Kenneth não se convence, pega o desenho de Anais e joga ele fora. Brutalmente, ele ordena que ela faça outro desenho, que mostre defensores da igualdade racial com sorrisos em seus rostos, e nazistas na cadeia, que é o lugar deles. Anais a princípio se recusa a fazer isso, mas é só ela olhar a feição de raiva de sua família (em particular, a de Gumball) que ela decide que é mesmo uma melhor idéia.

Darwin volta a fazer seu desenho, mas acaba fixando sua atenção no desenho de Gumball. Ele abruptamente pega o desenho das mãos do irmão, para ver que &%$#@ ele estava fazendo; na verdade era bem engraçado, simplesmente mostrava Anais em volta de chamas, obviamente sofrendo, enquanto embaixo estava escrito em letras garrafais "Meu Melhor Sonho". Todos acabam vendo a obra de arte do pequeno da Vinci, inclusive sua modelo, mas ele não parece demonstrar nenhum remorso pelo que fez. Infelizmente Kenneth mas uma vez passava por ali, e ao ver o desenho, ele perde a paciência.

  • "Ei, cozinheiro, de quantos pratos você precisava mesmo?"
  • "Uns 102"
  • "Agora só precisa de 97"

Os Wattersons são mandados de volta para a cela.

No caminho até lá, Anais faz de tudo para pedir perdão à Gumball, mas ele simplesmente nem quer mais ficar perto dela. Ele inclusive xinga ela com uma quantidade recorde de palavrão (a princípio isso chama a atenção, mas é só lembrar que, inicialmente, o desenho seria voltado para um público mais adulto). Nicole repreende Gumball, mas pela primeira vez ele (qualquer personagem na verdade) não demonstra medo dela. Ele parece disposto a não querer ouvir mais falar na irmã. Foi um bom dia para os Wattersons, no final das contas. Mas vai ficar melhor.

Finalmente, de volta à cela, Gumball e Darwin já estão dormindo, e Richard está quase pegando no sono de novo. Nicole acha que esta é a hora perfeita de conversar com Anais, exigir certas explicações dela de porque ela fez aquilo. Ela diz que estava apenas expondo as opniões dela, e que imaginava que não fosse ser censurada pelo governo de um dito país de "liberdade de expressão". Nicole, porém, aifrma que os direitos dela acabam aonde começam o dos outros, e Anais não pode simplesmente sair ofendendo pessoas conhecidas por terem perseguido inocentes, tirado a vida de milhares; isso seria um desrespeito aos descendentes daqueles que perderam suas vidas em nome de tais ideologias. Mas Anais em nenhum momento havia defendido o nazismo, aliás, na redação ela deixou bem claro que ela odiava qualquer uma que tivesse empatia por tais pensamentos, mas que não é censurando aqueles que defendem estes pontos de vista que o nazismo sumiria da sociedade. Elas acabaram tendo um debate mais ou menos assim:

  • "As pessoas precisam saber que o nazismo perseguiu e matou milhares de Judeus, só trouxe pobreza para um povo inteiro, e foi uma máquina de genocídio impiedosa na história da humanidade. Mas elas também precisam saber que Hitler tirou a Alemanha de um buraco em que ela se encontrava pós- primeira guerra, que ele ajudou a reerguer um país como poucos líderes foram capazes de fazer. Pois essa é a verdade, mãe!! O mundo real não está cheio de heróis e vilões, e sim de pessoas que simplesmente fizeram. E se o que fizeram era algo bom ou ruim, isso depende de em que Universo você vive. No meu Universo, os nazistas fizeram atrocidades que nunca deveriam ser perdoadas, no Universo de um Skinheadd, Hitler foi um gênio. Um mundo onde o nazismo caiu é um mundo melhor para judeus; certamente não para neo-nazistas. E, de certa maneira, soa-me estranhop viver em um mundo onde todos respeitam todos, é como se todo mundo tivesse a mesma opnião, todo mundo é obrigado a abandonar seus preconceitos, isso não soa autoritário? O que acontece com quem não abandonasse? Viria para lugares como Mercy Street?"
  • "Há um motivo para o nazismo ter caído, Anais. Ele caiu porque ele tinha que cair. Porque era um sistema falido. Não dá para viver em uma sociedade que persegue outros povos só porque tem uma cultura diferente da nossa."
  • "Nós não adoramos perseguir o Mundo Árabe porque são muito religiosos, são contra o homossexualismo, e contra o direito das mulheres?"
  • "Nós não concordamos com o Mundo Árabe porque sua cultura também persegue pessoas, como você mesma disse. Homossexuais, mulheres...
  • "Mas nós não perseguiríamos um cara que dissesse que tem fantasias sexuais envolvendo garotos? Um que nunca tenha tido qualquer relação sexual de verdade, apenas fantasias --
  • "CHEGA!!!!! Por que você tem que fazer estes questionamentos? Acho que eles já trouxeram problemas suficientes, não?
  • "Eu não tenho medo de morrer pelo que eu acho."
  • "Mas não é só você que vai morrer!!!!! Todos nós vamos, você está tão centrada em seus malditos ideais que nem percebeu o que você causou à todos nós???? Por que não vai simplesmente dormir?"

Nicole já estava tão irritada, que Anais nem queria mais continuar a discurssão. Elas gritaram tanto que me impressiona Gumball e Darwin não terem acordado. Um guarda veio averiguar o que estava acontecendo, mas ao ver que parecia tudo em ordem ele foi embora. Richard tentou consolar Nicole, do "jeito dele", que aparentemente nicole adora, pois ela parecia um pouco melhor. De repente eles ouvem um barulho vindo de um canto escuro da cela. Ao olhar para este canto, tudo o que enxergamos é um par de olhos: havia alguém ali, mas não podíamos ver seu corpo, pois estava envolto nas sombras. Ele diz que entrara na cela dos Wattersons através de uma galeria que une esta e mais duas celas diferentes. São pequenos buracos na parede, onde dá para se passar agaixado (Anais consegue passar em pé). Ele conta que havia ouvido a discurssão, e que ele e os Wattersons poderiam se ajudar.

  • "Eu não pude deixar de ouvir a discurssão que você e seu "marido" tiveram agora à pouco. Me parece que vocês são novos por aqui, né? Logo vi, ainda consigo ver muita... rebeldia no comportamento de vocês. Eu e meus companheiros de cela já estamos aqui a pelo menos 1 ano, isso é quase 10 meses!! Ficamos todo esse tempo aguardando que esta cela fosse preenchida, pois finalmente poderíamos por nosswo plano em prática. Um plano de fuga."

Richard e Nicole pareciam bastante interessados no plano, não me pergunte porque, e o... par de olhos contou a eles como seria o processo.

  • "Mercy Street, na prática, é um reformatório-prisão. Vocês estão aqui para terem sua mente manipulada por eles, eles podem enganar-lhes com todo esse papo de politicamente correto, mas não caiam nessa jogada: isso é só motivo para vocês se transformarem em massa de manobra a ser utilizada não pelo governo, não pela Nova Ordem Mundial, mas pela própria sociedade... que também é massa de manobra de si própria. Pessoas como seu marido (ele na verdade estaria se referindo a Anais) é justamente o tipo de gente que eles odeiam: critique o que já vem programado na sociedade, critique os dogmas que a moral impõe. Você é um herege, um imoral. Uma pessoa alheia a uma sociedade alienada por ela mesma. Eu gosto de ser assim. E pretendo continuar sendo, quando fugir daqui. Vocês topam?

Como o dia não podia ficar mais estranho, Nicole e Richard concordam com o par de olhos e selam a união. Mais tarde, naquela noite, eles acordam os seus filhos, lhe contam do plano de fuga, e eles prontamente aceitam (talvez porque estivessem com muito sono, pra pensar direito). Naquela madrugada, o plano entrou em ação.

Primeiro, os Wattersons cobrem o ralo da cela com uma manta, e abrem bem a torneira. Sem ter para onde escorrer, a água vai para fora da cela, molhando todo o chão. Então eles começam a fazer barulho, para chamar a atenção do vigia. Sorte que era um bem burro, pois ele nem viu a poça d'água onde escorregou. Com ele apagado, Nicole consegue pegar a chave na cintura do guarda. A porta de todas as três celas são abertas. São formadas então três equipes, cada uma composta pelos integrantes de cada cela. Cada equipe irá chegar a saída por um caminho diferente, para dar mais chance de que alguma consiga de fato escapar de Mercy Street.

Após se separarem, Nicole aconselha a ela e Richard à roubarem o uniforme de algum guarda, para que possam passar despercebidos pela armada local. Eles deixam os garotos em um canto da cela, enquanto se escondem em um armário que se encontram na cela a frente. Mas por muita sorte, os guardas que passam são um homem de corpo semelhante ao de Nicole, e um cubo gigante, de corpo semelhante ao de Richard. Eles capturam os soldados dentro do armário, e vestem seus uniformes (bem, na primeira vez, um vestiu a roupa do outro/ os peitos de Richard foram fortes demais para a camisa da Nicole). Finalmente fardados como militar, Nicole diz que irá escoltar as crianças até um corredor, enquanto Richard faz uma batedura no local.

Ao chegarem no corredor, Anais mais uma vez está tentando convencer Gumball de que ela não quer ser odiada por ele, e que ele é muito importante para ela. Darwin tenta intervir, mas nesse momento, quem corta o "clima familiar" é Hansen e Kenneth. Eles aparecem armados, aparentemente haviam percebido a fuga através das câmeras de segurança do local. E não parecem nada felizes. Eles dizem que estão cansados do comportamento evasivo dos Wattersons, especialmente de Anais. Fazem isso enquanto Kenneth aponta uma arma bem em direção a ela (de novo, essa menina parece atrair armas).

Ele estava pronto para atirar quando, meu Deus, a idiotice de Richard salva o dia: ele aparece do nada na frente do corredor, derrubando uma lata de lixo que havia por ali. O barulho é o suficiente para assustar Kenneth, fazendo desviar a mira para pouco acima da cabeça de Anais. Enquanto olha pra trás assustado, Gumball pula bem em cima dele e (eis aqui um momento creepypasta) usa as garras para abris um corte grave no peito dele. Hansen, que desviou sua atençao para o amigo, sofre uma rasteira de Nicole, bate a cabeça no chão, e fica desacordado. Bem, agora temos uma pessoa morta e outra apagada.

Gumball na verdade continuava dilaçerando o peito de Kenneth, até que Nicole consegue fazê-lo parar. Todos obviamente estão assutados com o que aconteceu, especialmente Gumball, que não imagionou que fosse ser capaz de fazer algo do tipo. Em uma cena, que eu achei um tanto quanto pertubadora, porém, Anais abraça o irmão, dizendo que não sente medo dele, e que sabe que ele só fez aquilo para protegê-la. O restante da família acaba percebendo que a atitude PSICOPATA do Gumball foi apenas uma tentativa de defender a irmã; bem, exceto Richard que não estava entendendo nada, mas ele nunca entende nada. Assim que Darwin esconde os corpos em um armário, os Watterson começam a correr em direção à saída. Bem em frente a porta principal, eles dão de cara com o grupo da cela 2, a cela do "par de olhos".

Finalmente nós conseguimos ver seu corpo: é um humano, ou pelo menos tem corpo de humano. Mais ainda não conseguimos ver seu rosto, que está todo coberto por uma grossa faixa de pano... exceto nos olhos. Ele conta que o terceiro grupo foi todo capturado, e provavelmente foi enviado para uma seção especial de Mercy Street, onde são levados cativos mais pitorescos. Não havia mais salvação para eles, mas para os Wattersons e para o par de olhos, a salvação estava bem ali, do outro lado da porta. Ao abrirem, porém, já estava formado uma pequena barricada com dois carros militares, uns 15 soldadados e inclusive um helicóptero!!!! E o restante da guarda de Mercy Street já estava se dirigindo em direção à lá. Um dos integrantes da equipe 2 sugere que é hora do plano B, para desgosto de Richard.

O "Par-de-Olhos" (não sei porque ainda o chamo assim) atira em direção ao helicóptero: ele provavelmente era um atirador treinado, já que a bala conseguiu penetrar bem no olho do piloto, fazendo a aeronave cair em cima da tropa. Tempo suficiente para botar em ação o plano B, todos voltam para dentro de Mercy Street, e atravessam vários corredores só para chegar à uma sala que dá aos esgotos da estrutura. Gumball perguntou porque eles não haviam ido por ali desde o começo, e Richard diz que era uma "saída muito nojenta". De qualquer forma, eles descem pelo esgoto, e vão caminhando todos em direção à Deus-sabe-onde.

Eles eventualmente chegam à um bueiro, e enquanto todos saem dele ao som de Beat It (cena engraçada, até), eles olham para atrás e vem Mercy Street à distância, com o helicóptero pegando fogo na sua entrada. Perto deles estava ninguém menos que... o senhor Small, para quem não sabe, é o conselheiro educacional da escola. Ele conta que era amigo do "par-de-olhos" desde a infância, e ficou sabendo de sua intençâo de fugir de Mercy Street. Haveria um final para concluir, mas Paul não conseguiu pensar em nada, então a conclusão ficou em aberto.

ConclusãoEdit

Bem, o que temos é um episódio mais voltado para ação do que terror. Mas, de qualquer forma, alguns dos temas tratados aqui podem gerar certa polêmica, mas já vou logo avisando: nem eu nem Paul defendemos qualquer modelo de sistema política, seja nazismo, capitalismo, KKK, nesse texto. Aliás, vou lembrar que Anais disse em sua própria redação que ela seria abertamente contra tais sistemas. A única coisa que ela defendia era o direito que os defensores de tais ideais deveriam ter para se expressar. Mas essa é a opnião de Paul, que fez o roteiro sozinho. Agora, os comentários estão abertos para que você dê sua opnião... concordando ou não... todas tem o mesmo valor.

English VersonEdit

IntroductionEdit

This is another episode done by the team that brought Bocquelet to produce the first drafts of "The Amazing World of Gumball". Although it is the second that I'm posting, I do not know if it would necessarily be the second in their chronological order. In a way, this is very special to episóidio Paul, since he wrote the script alone. Paul also noted that this was his favorite script of all the sketches I trusted (just that he did without anyone's help / he is not very modest). As I posted another episode (The Virus), this episode is not a work of terror, but do not worry, one of the sketches contained a script closer to creepypastas which you are accustomed, and after that I intend to post it here. Well, the story you already know (if you do not know, visit this page: The Amazing World of Gumball - "The Virus".)

The EpisodeEdit

It begins with a shot of the house Wattersons. Yeah, this one goes in Elmore, the city's program. The family is sitting at the table, probably having breakfast, when Nicole asks if something had happened at school, as if he already knew that something wrong happened. Gumball, not arranging an excuse prestasse that simply solves speak the truth to his mother, because of bad behavior, she and Richard will have to go to school to talk to the teacher, the principal and a third guy any unspecified by Paul.

There, in the principal's office Brown is seated all the family. And of course, there is also the director, holding a paper, and the teacher Anais (not the teacher Gumball and Darwin). We also found that the reason for being there is not Wattersons Gumball or Darwin, but the seemingly docile Anais. It turns out that the teacher had asked her students to write an essay about "freedom of expression". I know it would be an unusual topic for students to spend 4 years, but remember that Anais was very intelligent, so she might have advanced "some" series. Nicole does not understand what's so wrong in the writing of his daughter, then the director starts to read it.

  • We simply can not prevent another person from speaking, just because we disagree with your opinions. Law is necessary to give expression to anyone who feels the need to expose the ideas they deem correct." Until then, Nicole saw nothing wrong. The director continued:
  • Give this freedom involves allowing people to come to openly defend any cause, without there being no law to be infrigida. Divergent ideas creates debates, discussions progress is achieved. Not insignificantly, was seen a major advance in Western world after the introduction of the Enlightenment, a philosophical first to go against the constant reproach to which the people were victimized by the church and nobility. And the whole basis of democracy is freedom of expression. " But once again, there seems to a text that contains any offense, or that motivates Anais, and the whole family, come to be punished.
  • You can not remove the free speech of anyone, even if such people defend: sexual liberation, religious freedom, communism ..." Nicole starts to get annoyed with director Brown, since all that Anais said is true. Well, she overreacted a little bit actually. Thus continued the stretch:
  • ... Nazism, the acceptance of pedophilia as a normal sexual orientation, racial eugenics finally mercem ALL have the right to express their ideas. An Arab should have the right to defend homosexuality in his country, a German should have the right to express his adoration for Hitler without the police being involved at any time. should be remembered that, in the case of German, he has every right to defend their theses and Nazism, but do not practice them, as theses eugenics and racial use of violence against blacks ... unless he convinces the majority (and therefore government) that such measures should be defended by the law, which would position against me without a doubt. From anyway I can demonstrate my hatred of Hitler, Nazism, the Holocaust, I am bound to respect his right to express your hatred of Jews, blacks, homosexuals. "

Ok So ends the writing of Anais. The Wattersons, including Nicole, are horrified by what she wrote. Brown blames Wattersons for having educated her in a way as "barbaric" and says it is thanks to them that Annals now argues that sort of thing. Annals director denies the claims, she said her family had nothing to do with the fact that she defended obscenities in writing, she just did it think for itself. The director laughs, he says that those who "think for yourself" defends the rights of gays, abortion and legalization of marijuana, never defend what Anais defended. He threatens to take custody of Nicole by Anais and Richard and his brothers, but since the girl is one of the best students of the college, he decides to give them a second chance. He says that there is a place, a "correction center" called Mercy Street (can not help but remember Peter Gabriel after that) he intended for maladjusted people in line. But it was not a prison, assures the director. The Watterson, as there is no alternative, accept to "enlist there."

By the next morning, they take the car and the coordinates given by the director regarding the location of Mercy Street. It's a very strange construction. She stays well away from Elmore. And looks more like a military installation, the soldiers walking everywhere. The thought Wattersons have ended up in some wrong place (and given the ability to read maps to Richard, it was not impossible). But the iron gate was not lying: on him was a sign that said Mercy Street. Once inside, a soldier approaches the car and shows him another military that will guide them to within the facility.

They follow the guide up there, suddenly they enter a very small room. The door suddenly closes, and all you hear is the sound of gas escaping, and is noticeable in the voices of all the family members that they are getting dizzy. Faint, only to later agree to a cell. Another guard appears at the door, waking only Wattersons but not all "prisoners" that corridor. While some people seemed to understand the situation, others such as Wattersons clearly show themselves confused as to what is happening. All are sent to a kind of cafeteria, very similar to those of the chains, which only has no window. Only white lights. There is a sort of scaffold across the room. All are commanded to sit, while a delegation enters, carrying soldiers, particularly two that seems to be more important. They called Hansen (obviously German / are a human) and Kenneth (probably Jewish, is also human / the rest of the delegation is not human).

Hansen and Kenneth stop on stage while face any crowd of people sitting there. Hansen starts talking:

"Welcome to Mercy Street. This institution has the sole purpose of teaching them how to behave properly in society. Believe that everyone here were sent here because of some behavior" misfit ", some would say, very immoral. This makes them subject alien to society, despised by this. But do not worry, our only desire is to change this situation, make them integrate back into the world in which they lived. Staying here can be very good if you play by the rules. Walk the line, and then leave us, like a new person. however disruptive behaviors result in more time lost for you here.'m seeing new faces: I understand the nervousness that are suffering. But I guarantee you this place is not a prison, it is just a little assistance that the government and society give to you. do not want to see us as their enemies, or even as a kind of authoritarian leader, ok, well, works very simply: we move small tasks and you should only follow them, right? There is too difficult. Kenneth, why not show them what the first task? "

"Okay, you have in front of white papers. On your side, you have art materials, paints, crayons, brushes ... all they need to do is a little drawing on ideals that expose as fraternity, respect, friendship etc.. can draw whatever you want, we are just going to evaluate. "

None of the five characters seem to be getting anything there. They prefer not to confront the authority of the guys with the guns. Obviously everyone was extremely upset with Anais, after everything was just happening because of it. But Gumball seemed particularly ANGRY with her, it seems that all he is the least bear the thought of being trapped. Kenneth approaches to see the drawings they made. he looks at the design of Proceedings, and sees a lot of people holding hands beneath a drawing of the Statue of Liberty.

At first, he approves of what he sees. But had the misfortune of wanting to confirm with Anais what she wanted to represent with this design: it says that the characters had hands that looked opniões quite distinct from each other. She drew a Jew in a Nazi that same wheel, a black and a member of the KKK, basically she wanted to convey the idea that, under the aegis of freedom, ideology has no special treatment over another. Kenneth's features changed abruptly.

He said the drawing she had done was racist, and it made it seem like an ideal advocate any radical and immoral. Annals remember that it is extremely against Nazism, the KKK, and hates anyone who agrees with such opniões, she was just defending freedom of expression / the same damn thing he did in writing. Kenneth is not convinced, take a picture of Anais and throws him out. Brutally, he orders her to do another drawing, showing supporters of racial equality with smiles on their faces, and Nazis in jail, that is their place.

Proceedings at first refuses to do this, but it is only the feature look of anger of his family (in particular, the Gumball) decides that she is even a better idea. Darwin returns to make its design, but ends up fixing his attention on the design of Gumball. He abruptly grabs the drawing of the hands of his brother, to see that &% $ # @ he was doing, was actually pretty funny, just showed Anais around flames, obviously suffering, while underneath was written in bold letters, "My Best Dream ". All end up seeing the artwork of small da Vinci, including his model, but he does not seem to show any remorse for what he did. Unfortunately Kenneth but once came by, and seeing the drawing, he loses his temper.

  • "Hey, cook, how many dishes you needed it?"
  • "A 102"
  • "Now we just need 97"

The Wattersons are sent back to his cell.

On the way there, Anais does everything to apologize to the Gumball, but he just does not want to be around her more. He even swears it with a record amount of swearing (the principle that draws attention, but just remember that, initially, the design would be geared toward a more adult audience). Nicole berates Gumball, but first he (any character actually) does not show her fear. He seems willing to not want to hear any more talk of his sister. It was a good day for Wattersons, after all. But it will get better.

Finally, back to his cell, Gumball and Darwin are asleep, and Richard is almost falling asleep again. Nicole thinks this is the perfect time to talk with Anais, it requires some explanation of why she did that. She says she was just exposing opniões her, and she imagined that there would be censored by the government of a country said "freedom of expression". Nicole, however, that aifrma her rights end where others' begin, and Anais can not just go out offending people known to have persecuted innocent, taken the lives of thousands, that would be a disrespect to the descendants of those who lost their lives in the name of such ideologies. Anais But at no time had advocated Nazism, indeed, in the writing she made clear that she hated anyone who had empathy for such thoughts, but that is not censoring those who hold these views that Nazism would disappear from society. They ended up having a debate more or less like this:

"People need to know that the Nazis persecuted and killed thousands of Jews, only brought poverty to an entire people, and was a ruthless machine of genocide in human history. But they also need to know that Hitler took Germany from a hole in it she was the first post-war, he helped rebuild a country like few leaders were able to do. 'Cause that's the truth, Mom! The real world is not full of heroes and villains, but of people who simply did.

And if what they did was good or bad, it depends on where you live Universe. In my universe, the Nazi did atrocities that should never be forgiven, in a universe Skinheadd, Hitler was a genius. A world where Nazism fell is a better world for Jews, certainly not for neo-Nazis. And, somehow, it sounds to me estranhop live in a world where everyone respects everyone, it's as if everyone had the same opnion, everyone is obliged to abandon their prejudices, that does not sound authoritative? What happens to those who do not leave? would come to places like Mercy Street? "

"There's a reason Nazism have fallen, Anais. He fell because he had to fall. Because it was a failed system. You can not live in a society that persecutes other people just because they have a different culture from ours."

"We do not worship chase the Arab world because they are very religious, are against homosexuality, and against women's rights?"

"We do not agree with the Arab world because its culture also persecutes people, as you said yourself. Homosexuals, women ...

"But we do not perseguiríamos a guy who said he has sexual fantasies involving boys? One who has never had any sexual relationship really just fantasies -

"ENOUGH!!, Why do you have to do these questions? Guess they brought enough trouble already, no?

"I'm not afraid to die for what I think."

"But it is not only you who will die!!! Everyone we go, you're so damned centered in their ideals which did not even notice what you have done to us all?? Why do not you just sleep?"

Nicole was so angry that neither Annals discurssão still wanted more. They screamed so much that impresses me Gumball and Darwin had not agreed. A guard came to investigate what was going on, but that seemed to see everything in order he left. Richard tried to comfort Nicole, the "hang of it", who apparently loves nicole because she seemed a little better. Suddenly they hear a noise coming from a dark corner of the cell. When looking at this corner, all we see is a pair of eyes, someone was there, but could not see his body because it was wrapped in shadows. He says he entered the cell of Wattersons through a gallery that unites this and two different cells. They are small holes in the wall, where it gives to pass agaixado (Annals can pass standing). He says he had heard discurssão, and he and Wattersons could help themselves.

"I could not help but hear the discurssão you and your" husband "had little to now. Seems to me you are new here, right? Soon saw, ... I can still see a lot of you rebellious behavior. Myself and My cellmates are already here at least 1 year, that is almost 10 months! We all this time waiting for this cell was filled, because finally we could by nosswo plan. An escape plan. "

Richard and Nicole seemed very interested in the plan, do not ask me why, and the ... pair of eyes told them as would be the case.

"Mercy Street, in practice, is a reformatory prison. You are here to have your mind manipulated by them, they can fool them with all this talk of politically correct, but do not fall in this move: this is only reason for you to turned into pawns to be used by non-government, not by the New World Order, but by society itself ... which is also mass maneuver itself. Persons as her husband (he was actually referring to Anais) is precisely the kind of people they hate: the critique that comes programmed into society, criticize the dogmas that morality requires. You're a heretic, an immoral. Someone alien to a society alienated by herself. well I like being. And I intend to continue being when away from here. topam You?

As the day could not get weirder, Nicole and Richard agree with the pair of eyes and seal the union. Later that night, they wake up your children, you have the escape plan, and they readily accept (perhaps because they were too sleepy, to think straight). At dawn, the plan went into action.

First, Wattersons cover the drain of the cell with a blanket, and open the tap as well. With nowhere to drain, the water goes out of the cell, wetting the entire floor. Then they start to make noise, to draw the attention of guards. Luckily it was a very stupid because he never saw the puddle where he slipped. With it off, Nicole manages to get the key from the guard at the waist. The door of all three cells are open. They are then formed three teams, each composed by members of each cell. Each team will get the output in a different way, to give more chance that something can actually escape from Mercy Street.

After they parted, Nicole and Richard advises her to steal a guard's uniform, that they may go unnoticed by the local armed. They leave the boys in a corner of the cell, while hiding in a closet that are in the cell forward. But by luck, the guards are passing a man body similar to Nicole, and a giant cube, similar to the body of Richard. They capture the soldiers inside the closet, and wear their uniforms (well, the first time a wore other clothes / Richard breasts were too strong for the shirt of Nicole). Finally as uniformed military, Nicole says she will escort children to a runner while batting Richard makes a site.

When they reached the hall, Anais is once again trying to convince Gumball that she does not want to be hated by him, and that is very important to her. Darwin tries to intervene, but then, who cuts the "family atmosphere" is Hansen and Kenneth. They appear armed, had apparently noticed the leak through the security cameras in place. And do not look anything happy. They say they are tired of the behavior of the elusive Wattersons, especially Anais. They do this while Kenneth pointing a gun toward her as well (again, this girl seems to attract weapons).

He was ready to shoot when my god, the idiocy of Richard saves the day: he appears out of nowhere in front of the hall, knocking over a garbage can that was there. The noise is enough to scare Kenneth, doing little to deflect the gun above his head Anais. While looking back scared, Gumball jumps right on top of it and (here's a moment creepypasta) uses its claws to abris a severe cut on his chest. Hansen, who turned his attention to his friend, Nicole suffers a pothole, hitting his head on the floor, and is unconscious. Well, now we have one person dead and another erased.

Gumball actually kept tearing Kenneth's chest, until Nicole can make it stop. All are assutados obviously with what happened, especially Gumball, that it was not imagionou be able to do something. In one scene, which I found somewhat disturbing, however, Annals embraces his brother, saying he is not afraid of him, and he knows that he only did it to protect her.

The rest of the family ends up realizing that the attitude of the PSYCHOPATH Gumball was just an attempt to defend his sister; well, except that Richard did not understand anything, but he never understands anything. Once Darwin hides the bodies in a closet, the Watterson start running towards the exit. Right in front of the main door, they give the guy with the cell group 2, the cell's "pair of eyes".

Finally we get to see his body: it is a human, or at least have the human body. More still can not see her face, which is all covered by a thick strip of cloth ... except the eyes. He says the third group was all captured, and was probably sent to a special section of Mercy Street, where they are taken captive more picturesque. There was no salvation for them, but for Wattersons and the pair of eyes, salvation was right there on the other side of the door. Upon opening, however, was already formed a small military barricade with two cars, a 15 soldadados and even a helicopter!! And the rest of the guard Mercy Street was already heading towards there. One of the team members 2 suggests that it's time for plan B, to the chagrin of Richard.

The "pair-of-eyes" (do not know why still call it that) shoots toward the helicopter: it probably was a trained sniper, since the bullet has penetrated right in the eye of the pilot, causing the aircraft to fall on troop. Enough time to put Plan B into action, all back into Mercy Street, and crossing multiple lanes just to get to a room that gives structure to the sewers. Gumball asked why they had not gone that way from the beginning, and Richard says it was a "very nasty out."

Anyway, they go down the drain, and will all heading towards God-knows-where. They eventually arrive at a culvert, and while everyone leaves it to the tune of Beat It (funny scene, even), they look to come back and Mercy Street distance, with the helicopter on fire in your entry. Near them was none other than ... Mr. Small, for those unaware, is the school's educational advisor. He says he was a friend of "pair-of-eyes" since childhood, and learned of his intention to flee Mercy Street. There would be an end to complete, but Paul could not think of anything, so the conclusion was open.

ConclusionEdit

Well, what we have is an episode more focused on action than horror. But anyway, some of the topics discussed here can generate some controversy, but I warn you now: neither I nor Paul advocate any model of political system, is Nazism, capitalism, KKK, in this text. In fact, I remember that Anais said in his own writing that she would openly against such systems. The only thing she was defending the right of the defenders of these ideals should have to express yourself. But this is the opnion of Paul, who did the screenplay alone. Now, the comments are open for you to give your opinion ... agreeing or not ... all have the same value.

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