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IntroduçãoEdit

Já vou logo avisando: quem veio à essa página esperando ver episódios perdidos que envolva "cenas assustadoras" com "hiper-realísticas tomadas do cadáver de um garoto", um episódio perdido que nem mesmo o criador do programa sabe que existe... esse não é o texto que procura. Antes, porém, de escrever o episódio, seria interessante vocês saberem um pouco da história dese episódio.

Bem, acho que vocês já devem conhecer o desenho chamado de "O Incrível Mundo de Gumball" (The Amazing World of Gumball, no original), um desenho bem recente do Cartoon Network. Sendo do Cartoon Network, você não espera um desenho com temas muito adultos, como são South Park, Family Guy, e os Simpsons. Bem, esse é o novo Gumball. Acontece que antes de o programa ficar assim, o criador do desenho (Ben Bocquelet) imaginava roteiros bem próximos ao dos desenhos citados acima

Antes de lançarem o piloto, Bocquelet e a equipe reunida por ele para produzir os primeiros episódios, já haviam escrito diversos Storyboards. São esses os tais "episódios perdidos". Nada mais do que exemplares de um "Incrível Mundo de Gumball" que, por razões que desconheço, nunca chegou à TV, dando espaço à uma versão mais familiar do desenho.

Mas o que tenho a ver com isso? Um amigo meu (o qual chamaremos de Paul) integrava essa equipe de edição. Na verdade, o nome dele era Paulo, mas na hora de pronunciar esse termo, todos da equipe, por não estarem acostumados ao Português, o chamavam de Paul, que ele acabou adotando como "nome artístico".

Como éramos bem próximos (como amigos, se lhe ocorreu alguma dúvida em sua cabeça), ele me confiou exemplares dos storyboards que ele e a equipe produzira. Ele me disse que era só o que tinham feito sobre os episódios, agora se um vídeo de verdade chegou a ser produzido isso eu não sei. Ele disse que não, mas ele não é conhecido como o "honesto Paul". De qualquer forma, tudo que eu tenho são os storyboards, mas eu garanti a ele que não botaria nenhuma foto deles na internet (se quiser acreditar que isso é uma desculpa das piores, o direito é todo seu ¬¬). Mas como não garanti nada sobre transcrever suas histórias...

O EpisódioEdit

O episódio começa com os Wattersons (a família principal do programa) andando de carro por uma floresta à noite. Não havia qualquer sinal de civilização por perto (exceto, lógico, a estrada em que eles estavam dirigindo). Não havia nenhum carro à mais passando pela estrada. Eis que descobrimos o porque de eles estarem ali: Richard, o coelho rosado e gigante, havia seguido as indicações de um mapa astral achando que fosse o mapa da estrada (há o uso de humor nos episódios).

Antes que perguntem, sim, Richard é tão idiota quanto Homer Simpson (depois dessa, talves seja ainda mais estúpido). Os Wattersons, oficialmente perdidos na floresta, não sabem o que fazer, até Nicole (a mãe)sugerir procurar uma cidade onde possam passar a noite, que todos concordam ser o melhor a se fazer. Todos exceto Darwin (o peixe), que sugeriu trocar de pai (outro momento de humor, mas aí você já vê a diferença: no desenho da TV, Darwin é um bom rapaz, ele nunca, por mais anta que fosse, diria algo do tipo).

Continuando a "viagem", os Wattersons logo avistam sinal de civilização ao longe, uma pequena cidade, dessas "cidades do interior" americanas, apenas casas, nenhuma estrutura que tivesse mais de dois andares. Caminhando um pouco pela cidade, minúscula por sinal, (para se ter uma idéia do tamanho dela, imagine uma cidade do tamanho de South Park) eles encontram uma pousada para passar a noite, ou aS noiteS, já que aquele povoado parecia estar à quilômetros de qualquer outra cidade.

Ao entrarem na pousada, eles se deparam com a atendente, uma senhora idosa. Mas o que mais me chamou a atenção: ela era uma humana! Em todos os episódios de "O Incrível Mundo de Gumball", a gente se depara com bananas falantes, gatos falantes, frutas falantes, tem até um amendoim com pernas falante, pra você ter uma idéia. Mas a coisa mais próxima de um ser humano era uma personagem que era um queixo virado de ponta cabeça, filmado em Live Action. Nicole, logo após conseguir um quarto para toda a família, conta a história que a família passou, e pergunta se ela pode ajudar.

A velhinha disse que seria difícil arranjar ajuda, não é costume eles receberem visitantes por ali. Gumball, o personagem central, pergunta então por que ela havia aberto uma pousada, se nunca recebia turistas por lá. Antes que ela pudesse responder, Richard interrompe, dizendo que havia visto alguém na janela da pousada, que fica bem ao lado da porta de entrada. A velhinha diz que não era ninguém, e mostra à família o quarto deles... com uma única cama de casal, sendo que há cinco pessoas, e Richard sozinho já ocupava meia cama. A atendente disse que era o único quarto que eles poderiam alugar, porque... era o único quarto da pensão.

Sem alternativas, eles decidem ficar por alí. Nesse momento, Anais (a coelhinha pequena) espirra. A atendente se aproxima dela, falando feito um macaco (como você faz quando vai falar com o filho recém-nascido de seu irmão), perguntando se "alguém não estaria gripado". Gumball (o único que sobrou ¬¬) diz que não é uma gripe, e sim uma doença cujo nome não consigo me lembrar agora. Aparentemente, essa doença não tinha nada de mais, mas ao ouvir qual era o problema com Anais, a atendente parece ter ficado bastante assustada. Forçando um sorriso de que estava tudo bem, ela pergunta se eles não querem comer alguma coisa, depois de horas na estrada. Todos vão ao restaurante, exceto Anais que estava muito cansada, e prefere ficar por lá. Na saída do quarto, a atendente pisa em cima de um tecido e pergunta o que é. Darwin fala que é o pijama da Anais, causando certo estranhamento na velha, visto que segundo ela, "até um preservativo tinha mais tecido que aquilo".

Com Anais dormindo (e eventualmente espirrando) no quarto, o restante da família desce até o saguão. Na verdade, o "restaurante" ficava no mesmo lugar do balcão de atendimentos e da porta principal. E era BEM pequeno, diga-se de passagem, na verdade, toda a pousada era tão minúscula que até a Barbie sofreria de clasutrofobia vivendo lá. Logo a velha chega com o prato do dia, a qual ela batizou de "Sopa Surpresa". A cara não era das melhores, e houve certa relutância de todos em comer a sopa, e ver que surpresa ela trazia.

Até que Richard finalmente toma uma colherada,e aprova a sopa. Logo, todos acabam tomando e gostando do sabor. Até que, de repente todos caem de sono. Enquanto isso, no quarto, Anais continua dormindo, quando ouve um barulho estranho. Ao se levantar, bem ali no meio do quarto, bem mal-iluminado pela única janela dele, ela vê uma figura um tanto quanto deifícil de se descrever. Era como se fosse uma pessoa normal, coberta por um manto preto, mas com bizarros olhos brancos. Obviamente amedrontada demais para sequer pensar em gritar, ela só gritou quando sentiu a mão da coisa tocar em sua perna.

O grito dela ecoou por toda a pousada, onde, no saguão, os Wattersons são acordados. Logo eles correm em direção ao quarto. A sombra, ao ouvir o barulho dos Wattersons subindo apressadamente pela escada de madeira, salta pela janela, provavelmente o mesmo lugar por onde ela entrou. Ao entrarem no quarto, Anais conta o que tinha acontecido. Nicole achoa que ela deve ter tido um pesadelo, causado pela doença dela. Anais manda que olhem pela janela, mas tudo que se vê é uma rua vazia. Nenhum sinal de um homem vestindo um manto preto. De qualquer forma, todos acham que ela precisa de um médico urgentemente.

Eles procuram pela atendente, mas ela não foi achada em nenhum ponto da pousada. Eles decidem sair e procurar por conta própria pelo hospital. A essa hora, o desenho já parece ter perdido a nuance cômica, se concentrando mais no lado sério da história. Eles procuram por toda a cidade, o que é um tanto fácil, visto que ela é minúscula.

Gumball e Darwin acabam achando o tal "hospital", a maior estrutura da cidade, mas ainda assim também minúsculo. Eles resolvem entrar, mas eles se deparam com uma cena estranha. Apesar de todas as luzes estarem acesas, não há ninguém no saguão principal. Nenhum médico, nenhum paciente, nenhum recepcionista. De repente, um doutor aparece no saguão.

Gumball rapidamente pergunta o que houve com o hospital, e o médico fala que ele costuma ficar assim de vez em quando, visto que a cidade quase não tem moradores. Mesmo que isso não tenha sido uma resposta que tirou todas as dúvidas dele, ele leva Anais para lá de qualquer jeito, afinal, mesmo sendo um hospital muito estranho, é o único hospital (ou a única instalação chamada de hospital) na cidade.

O médico observa Anais (a família toda já está lá), e diz que ela precisará ser internada por um dia. "Para evitar qualquer uma das inúmeras complicações que essa doença pode trazer", diz ele. Ele também garante aos Wattersons que ela ficará bem, pois eles tem todos os equipamentos que precisam pra tratar da doença. Eles queriam passar a noite lá, ao lado de Anais, mas o doutor fala que infelizmente o hospital não tem instalação suficiente para suportar "tanta gente". Basicamente, na sala onde Anais ficaria internada, só há espaço para o paciente e o doutor.

Mesmo todos concordando em, nesse caso, passar a noite no saguão, o médico diz que outras pessoas poderiam vir ao hospital, e seria anti-ético mantê-los ali. Com muito desconforto, os Wattersons voltam para a pousada. Não havia muito mais o que fazer, pois Anais teria que ser tratada de alguma maneira. E já que era o único hospital da única cidade em provavelmente um raio de quilômetros de extensão, era o máximo que podia ser feito. De volta à pousada, a atendente continua desaparecida. Agora que Anais já está no hospital, eles têm mais tempo para procurar com mais atenção onde ela foi parar. Saguão; nada. Quarto; nada. Sótão; nada.

De repente Nicole à encontra no banheiro. Ela havia sido assassinada. Se por um lado, não era uma dessas cenas de "assassinatos graficamente brutais" típicos de episódios perdidos, também não era uma cena à ser mostrada em um programa assistido por crianças. Não havia "tripas escorrendo pelo chão, o um olho foi arrancado e arremesado contra a parede".

Mas havia muito sangue. Muito mesmo. Foi o suficiente para assustar os Wattersons (também, se não fosse O_O). Aterrorizados, eles voltam para o hospital, para pegar Anais. Aquela cidade era um perigo para eles. Ao chegar no hospital, mesma cena de antes: luzes acesas, ar-condicionado ligado, sala vazia. Sem nem se preocupar em chamar o doutor, eles correm dentro do corredor que era apontado como sendo "triagem". Finalmente eles chegam até a única sala de internação. A sala estava em condições precárias. Quer dizer, não havi rombos nas paredes, nem baratas andando pelo chão, como uma boa sala de hospital público do Brasil.

Mas também, não havia quase nenhum aparelho. Só havia aquele pedestal de metal aonde se prende o soro fisiológico ou sangue. Mas em uma coisa o médico acertou: só havia espaço para um paciente e um doutor naquela sala (apenas o paciente, caso este fosse Richard).

Extremamente nervosos, os Wattersons começam a procurar freneticamente por todo o hospital. Richard ouve um barulho estranho vindo de trás de uma porta (não havia nada escrito nela). Ao entrarem por ela, os quatro descem uma escada até onde parece ser o porão do hospital. Lás eles encontram a cena. O doutor jazia morto à facadas no chão, em uma morte bem parecida à da velhinha. Também havia outro homem (eu esqueci de mencionar, o doutor também era humano, só tem humano nessa cidade). A princípio não se conhecia ele, mas uma certa indumentária que ele segurava na mão acusava que ele é quem tinha tentado raptar Anais.

Mas o principal estava no centro do porão. Deitada sobre uma espécie de maca, e presa à amarras, estava Anais (vestindo um desses aventais que pacientes usam / ele também tinha menos tecido que um preservativo, suponho). Sua boca estava amordaçada por um lenço, e ao redor dela se encontravam umas 3 pessoas (o roteiro não especificou), todas trajando os macacões utilizados por infectologistas (eu me esqueci o nome da budega, você sabe, aquele macacão branco com uma máscara de gás que os bacteriologistas usam quando vão estudar amostras de micro-organismos). Um deles, provavelmente o líder, apontava uma pistola à cabeça da pobrezinha. Eles estavam prontos à matar Anais, mas fram impedidos pelo susto que a entrada dos Wattersons causou neles. Nicole, horrorizada por "Deus-sabe-que-motivo" (¬¬) pergunta que diabos eles faziam.

O líder conta que eles iriam matar Anais. Porque ela apresentava uma doença contagiosa, à qual ninguém na cidade era imune. Na verdade é biologia básica: ao longo do tempo, as pessoas vão se adaptando à doenças, e passam tais características à próxima geração. O mundo civilizado estava composto por pessoas que receberam essa característica de reconhecimento dessa doença específica e, embora ainda apresentassem sintomas, ela agiria muito mais branda.

Só que falávamos do mundo civilizado, mundo com o qual aquela cidade evita contato à tempos. Portanto aquela doença era letalíssima em seus habitantes. E com Anais carregando o vírus por aquela cidade, todas as pessoas estavam em risco (todos humanos). A melhor maneira seria matar qualquer um que mantivesse contato com Anais, sem nenhuma proteção.

Era o caso da velhinha, do doutor ( que na verdade, até sabia do plano de sequestrar Anais, mas aceitou "morrer por sua cidade") e do sequestrador. Os carrascos estavam vestindo o macacão especial, portanto eles estavam limpos. Claro, não só Anais deveria morrer, como todos os Wattersons. Nicole lembra à eles que estão sendo muito radicais e certamente irracionais.

O líder mostra um álbum contendo fotos de todos os habitantes da cidade, crianças estão entre eles. A doença de Anais poderia matar todos eles. Segundo o líder, a vida de uma pessoa não vale a vida de tantas outras. Na verdade, faz sentido: valia a pena salvar uma pessoa arriscando a vida de tantas outras? Com a morte de Anais, é garantido a segurança de toda uma cidade. Mas os Wattersons ainda assim queriam salvá-la (não foi necessariamente uma decisão egoísta, você deixaria morrer sua filha de 4 anos, para salvar pessoas que nem conhece, portanto sem poder saber se são ou não honestas- e merecedoras de tal atitude?)

Mas a sorte estava do lado deles (e contra os três aspirantes a inquisidores). Um deles descobre que havia um buraco em seu macacão. Sua segurança foi violada, agora ele era um possível infectado. Em meio a essa confusão, Nicole aproveita e imobiliza um dos médicos, Richard cai em cima do outro, Gumball e Darwin libertam Anais, e o outro médico simplesmente correu pra fora do porão.

Os wattersons fazem o mesmo. Eles vão até o carro deles, que ainda tinha combustível, nem pegam as coisas dentro da pousada, e dão no pé. Eventualmente eles chegam à uma cidade (de verdade dessa vez). Animados pelo inferno finalmente ter acabado, e Anais estar de volta com eles, eles se abraçam. Temos uma família unida, de novo. Anais, porém, não deixa de se sentir mal por quase ter tirado a vida de uma cidade inteira.

No entanto, Gumball lembra ela de que todas as pessoas com quem ela entrou em contato morreram. Exceto o médico covarde, mas Darwin garante que ele iria se matar, sabendo que estava infectado. Ele faria a mesma coisa que o doutor que atendeu eles no hospital- ele se mataria em nome de sua cidade. Anais mais uma vez abraça sua família, e assim o episódio acaba. Os créditos passariam agora. Mas havia uma anotação de uma cena que apareceria ao término dos créditos. Nesta cena, vemos a cidade. Muitas macas são vistas nas ruas, todas carregam pacientes aginizando. A cãmera vai rodando pelo cenário, e além das macas, vemos também corpos sendo queimados, pessoas lamentando a morte de seus entes queridos... a cidade toda foi contaminada.

ConclusãoEdit

Culpa de Anais? Os Wattersons foram egoístas? Eu não acho. Na minha opnião, a real culpa recai sobre os próprios habitantes da cidade, que acharam que podiam simplesmente se isolar do mundo. Eles se esquecem do mundo, mas o mundo não se esquece deles. Mas essa é apenas minha opnião. Creio que, como qualquer roteiro, é possível fazer interpretações diversas sobre esse episódio. Esse é apenas o primeiro episódio feito pela equipe de Ben Bocquelet. Eu tenho outros roteiros aqui, e eventualmente irei postar no site.

EnglishEdit

I'll warn you: if you came to this page expecting to see lost episodes involving "scary scenes" and "hyper-realistic shots of the corpse of a boy," a lost episode that even the creator of the program knows that there ... this is not the search text. But before writing the episode, it would be interesting to let you know a little bit of history about the desired episode. Well, I think you already know the show called "The Incredible World of Gumball" (The Amazing World of Gumball in the original), a very recent design from Cartoon Network.

At Cartoon Network, you do not expect a design with very adult themes, as are South Park, Family Guy and the Simpsons. Well, this is the new Gumball. It turns out that before the program, the creator of the design (Ben Bocquelet) imagined scripts very close to the designs mentioned above.

Before launching the pilot, Bocquelet and the team he assembled to produce the first episodes had already written several Storyboards. These are such "lost episodes". Nothing more than copies of "Amazing World of Gumball" which, for unknown reasons, never made it to TV, giving way to a more familiar version of the drawing. But what do I have to do with it? A friend of mine (which we'll call Paul) integrated the editing team. In fact, his name was Paul, but when issuing this term, all of the team, because they are not accustomed to Portuguese, called Paul, he eventually adopted as a "stage name."

Since we were very close friends, he entrusted me with copies of the storyboards that he and the team produced. He told me it was just what they had done on the episodes. Now a video of truth has come to be produced so I do not know. He said no. But he is known as "Honest Paul." Anyway, all I have are the storyboards but I assured him that I won't post any photos of them on the internet (if you want to believe that this is one of the worst excuses, the right is yours). But I do not guarantee anything about how to transcribe their stories...

The EpisodeEdit

The episode begins with The Wattersons (the programs's main family) driving in their car through a forest at night. There was no sign of civilization around (except, of course, the road they were driving). There were no cars on the road passing by. Here we discover why they were there. Richard, a giant pink rabbit, had followed the indications of a horoscope that he thought was the road map (for the use of humor in the episodes). Before you ask, yes, Richard is as stupid as Homer Simpson (after that, maybe even more stupid). The Wattersons, officially lost in the forest, do not know what to do until Nicole (the mother) suggest looking for a city where they can spend the night, which they all agree as the best thing to do. All except Darwin (the fish), who suggested changing dads (another moment of humor, but then you already see the difference: the design of the TV, Darwin is a good guy, he never, however tapir that was, say something of the type).

Continuing the "journey", the Wattersons soon see a sign of civilization in the distance, a small town, these "inner city" American homes only, no structure that was over two floors. Walking around town a little, tiny by the way, (to have an idea of ​​the size of it, imagine a city the size of South Park) they find an inn for the night since that seemed to be populated km any other city.

On entering the inn, they are faced with the attendant - an elderly lady. But what really caught my attention: it was a human! In all episodes of "The Amazing World of Gumball," we are faced with talking bananas, talking cats, talking fruit, even a talking peanut with legs, to give you an idea.

But the closest thing to a human being was a character who was a chin turned upside down, shot in live action. Nicole, after getting a room for the whole family, tells the story that the family has and asks if she can help. The old lady said it would be hard to get help as it is not usual for them to receive visitors there.

Gumball, the central character, then asks why she had opened an inn if tourists never go there. Before she could answer, Richard interrupts, saying he had seen someone in the window at the inn, which is right beside the door. The old lady says that it was nobody, and shows them the room to the family...with a single bed, and there are five people, and Richard himself already half occupied the bed. The clerk said that was the only room they could rent, because ... it was the only room of the sort. Without alternatives, they decide to stay there.

At this point, Anais (the little bunny) sneezes. The attendant approaches her, talking like a monkey (as you do when you go talk to the newborn son of his brother), asking if "someone was ill." Gumball (the only one left ) says that there is a flu, a disease whose name I can not remember now. Apparently, this disease wasn't anything bad, but when the attendant listened to what was wrong with Anais, the clerk seems pretty scared. Forcing a smile, pretending it was okay, she asks if they want to eat something after hours on the road. They all go to the restaurant, except Anais who was very tired and didn't want to go. Upon leaving the room, the attendant steps on a tissue and asks what it is. Darwin says that it's Anais' pyjamas, causing some strangeness in the old lady, as she said, "even a condom had more tissue than that '.

With Anais sleeping with (and possibly sneezing) in the room, the rest of the family goes down to the lobby. In fact, the "restaurant" was in the same place as the counter and the front door. And it was very small. The whole inn was so tiny that even Barbie would suffer from claustrophobia living there. Soon, the old lady comes with the dish of the day, which she named "Surprise Soup."

It didn't look that good, and there was a reluctance to eat all the soup, and surprise that she brang Richard,Until finally take a spoonful, and approves the soup. Soon, everyone ends up tasting it and liking it. Until, suddenly all fall sleep. Meanwhile, in the room, Anais is still sleeping when she hears a strange noise. As she stood right there in the middle of the room, and poorly lit only by his window, she sees a figure somewhat hard to describe. It was like a normal person, covered with a black cloak, but with weird white eyes.

Obviously too frightened to even think about crying, she just screamed when she felt the hand of something touch her leg. Her scream echoed throughout the inn, where, in the lobby, the Wattersons are awaken Soon they run into the room. The shadow, while hearing the Wattersons coming upstairs, jumped out the window, probably the place for where it came from. Upon entering the room, Anais tells what had happened.

Nicole I think she must have had a nightmare, caused by her illness. Anais says to them to look out the window, but all you see is an empty street. No sign of a man wearing a black cloak. Anyway, everyone thinks she needs a doctor urgently. They look for the attendant, but she was not found in any part of the inn. They decide to leave and find themselves at the hospital. At that time, the design seems to have already lost the comedic nuance, focusing more on the serious side of the story. They look across the city, which is somewhat easier, since it is tiny.

Gumball and Darwin found the "hospital", the largest structure in town, but still too tiny. They decide to enter, but they encounter a strange scene. Despite all the lights being lit, there is no one in the main lobby. No doctor, no patient, no receptionist. Suddenly, a doctor appears in the lobby. Gumball quickly asks what happened with the hospital and the doctor says he usually stays that way once in a while, since the city almost has no residents.

Even if it was not a response that took away all his doubts. He takes Anais there anyways. After all, even though a strange hospital, it's the only hospital (or the only facility called a hospital) in the city. The doctor observes Anais (the whole family is already there), and says she will need to be hospitalized for one day. "To avoid any of the numerous complications that this disease can bring," he says. He also assures she will be okay because they have all the equipment they need to treat the disease.

They wanted to spend the night there next to Anais. But the doctor says that unfortunately the hospital does not have room enough to support "so many people." Basically, the room where Anais would stay, there is only room for the patient and doctor. Even if everyone agrees to, in this case, spend the night in the lobby, the doctor says that other people could come to the hospital, and it would be unethical to keep them there. With much discomfort, the Wattersons return to the inn. There was not much else to do, because Anais would have to be treated in some way. And since it was the only hospital in probably the only town for miles in length, was the maximum that could be done. Back at the lodge, the attendant is still missing. Now that Anais is already in the hospital, they have more time to look more carefully where she went. Lobby, nothing. Fourth, nothing. Attic, nothing.

Suddenly, Nicole found her in the bathroom. She had been murdered. It was not one of those scenes from "graphically brutal murders" typical lost episodes, but it was not a scene to be displayed on a program watched by children. There was no "guts dripping on the floor, one eye was torn out and threw on the wall." But there was a lot blood. Very much.

It was enough to scare the Wattersons. Terrified, they return to the hospital to pick up Anais. This city was a danger to them. At the hospital, the same scene as before: lights, air-conditioning on, empty room. Without even bothering to call the doctor, they ran into the hallway that was described as "triage." Finally they reach the one-room hospital. The room was in disrepair. I mean, it did not have the blunt  walls, cockroaches walking the floor, like a good room of a public hospital in Brazil.

But also, there was almost no equipment. There was only one metal pedestal where he holds the saline or blood. But one thing the doctor was right: there was only room for one patient and a doctor in the room (only the patient, if that was Richard). Extremely nervous, the Wattersons begin to search frantically for the whole hospital. Richard hears a strange noise coming from behind a door (there was nothing written on it). Upon entering it, the four descend a staircase to the basement where it seems to be the hospital. There they find the scene.

The doctor lay stabbed to death on the floor in a very similar death of the old lady. There was also another man (I forgot to mention, the doctor was also human. There were only humans in that city). His clothing gave out that he was the one who tried to kidnap Anais. But the main center was in the basement.

Anais was attached to bonds in a litter and (wearing an apron that these patients use - she also had less tissue than a condom, I suppose). Her mouth was gagged with a handkerchief, and around it were about 3 people (the script did not specify), all dressed in overalls used for HIV (I forgot the name of that. You know, that white jumpsuit with a gas mask that's used when bacteriologists study samples of micro-organisms). One (probably the leader) pointed a pistol at the head of the poor Anais. They were ready to kill Anais, but prevented by from the scare that was caused by the entry of the Wattersons. Nicole, horrified by "God-knows-what-reason", asks what the hell they were doing.

The leader says that they would kill Anais because she had a disease, to which no one in the city was immune to. In fact it is basic biology: over time, people will adapt to disease, and these characteristics are passed to the next generation. The civilized world was composed of persons who received this recognition feature of this particular disease and, although presenting symptoms, it would act much more lenient. The civilized world, the world which avoids contact with the town. So that disease was very lethal to its inhabitants. And Anais carrying the virus around that city, all people were at risk (all humans).

The best way would be to kill anyone who kept in touch with Anais with no protection. This was the case with the old woman, the doctor (who actually knew of the plan to kidnap the Anais, but accepted to "die for his city") and the kidnapper. The executioners were wearing the special suit, so they were clean. Of course, not only Anais should die, like all Wattersons. Nicole reminds them they are being too radical and certainly irrational.

The leader shows an album containing photos of all the inhabitants of the city. Children are among them. The disease of Anais could kill them all. According to the leader, a person's life is not worth the lives of so many. In fact, it makes sense: is it worth saving a person and risking the lives of so many others? The death of Anais is guaranteed the security of an entire city. The Wattersons still wanted to save her (not necessarily a selfish decision. Would you  let your 4 year old daughter save people who you did not know, therefore unable to know whether or not they are honest and deserving of such an attitude?)

But luck was on their side (and against the three would-be inquisitors). One discovers a hole in his suit. Its safety has been violated. He was now possibly infected. Amid this confusion, Nicole takes advantage and pins one of the doctors, Richard falls on top of another, Gumball and Darwin release Anais, and the other doctor just ran out of the basement. The Wattersons do the same. They go to their car, which still had fuel, without taking their things from inside the lodge, and they hit the gas. Eventually they come to a city (for real this time). Happy by the nightmare to have ended, and to have Anais be back with them, they embrace her.

A happy family together again. Anais, however, does not cease to feel bad about taking the life of an entire city. However, Gumball reminds her that all the people she contacted were killed. Except the doctor, but Darwin guarantees that the doctor would kill himself, knowing he was infected. He would do the same thing as the doctor who attended them in the hospital. He would kill himself in the name of his city. Anais once again embraces her family, and so the episode ends. The credits roll. But there was a note of a scene that would appear at the end of the credits. In this scene, we see the city.

A lot of litters are seen in the streets, all carrying patients in pain. The camera moves around the scene, and besides the litters, we see bodies being burned, people grieving for the death of their families…

The whole city was contaminated.

ConclusionEdit

Anais was guilty? The Wattersons were selfish? I don't think so. In my opinion, the real guilt are shared between the inhabitants of the city. That they could simply be isolated from the world. They forgot the world, but the world didn't forget them. But this is only my opinion. I believe that, like every script, its possible to make various interpretations of the episode. This is only the first episode made by Ben Bocquelet. I have other scripts here, and in time I shall post them on the site.

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